Essa semana de férias tem sido uma coisa incrível. Sair todo santo dia pra fazer alguma coisa. Diversão non-stop dos gatos pingados que ficaram em CWB durante as férias do porco e turistas de BSB e SP.
Jogar Monopoly categoria Brasil (ou seja, desviando dinheiro e roubando loucamente o tempo todo), comer pizza e ficar assistindo a movimentação das janelas do prédio em frente (numa vibe Rear Window, haha). Bar com banda de blues, risadas descontroladas, muitas rodadas de cerveja e levantar pra dançar no final. Sair pra dançar até o chão e voltar semi-tonta pra casa. Karaokê semi-decadente e a nossa incrível seleção das músicas mais toscamente divertidas. Comer demais num piquenique no parque e encarar a caminhada íngreme da volta quase morrendo. Pub em estilo irlândes com banda cantando rock e presenteando a mesa mais animada (a nossa, claro!) com um EP. Tory chegando às 6h da manhã pra se juntar ao grupo. Jantar de comida mal calculada (sobrou quilos de macarrão) e brownie de sobremesa. Dançar loucamente na balada semi-cheia (melhor, que sobra mais espaço) e com sets empolgantes - vontade de sentar pra aliviar os pés, mas a música não deixava. Passear pela feirinha de artesanato gigante. Double caipirinhas deliciosas alegrando pessoas que não sabem sambar, pra fechar o domingo.
Pobre pobre de marré. Mas feliz.
ouvindo: Me atirar na orgia, Cérebro Eletrônico.
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Desopilando
Fins de semana foram sabiamente inventados por Deus para que o cérebro das pessoas não entre em curto-circuito. Isso é um fato. E os amigos vieram no combo, para intensificar as coisas boas passíveis de acontecer nessas horas vagas.
Domingo passado, eu e Aninha Luiza, depois de um almoço um tanto diferente feito por mim, saímos pra caminhar um pouco em direção ao museu, mas acabamos desistindo no meio do caminho, pra ficarmos deitadas no gramado do parque que fica ao lado, tomando um solzinho e lendo contos da Clarice Lispector, conversando sobre a vida, decompromissadamente. E depois ir ao Cine Luz, o último cinema não-shopping aqui de Curitiba, com ingressos a R$1 no domingo, pra ver um combo de animação francesa e documentário brasileiro, intercalados por uma ida à confeitaria mais tradicional do Centro para um empadão e um pedaço de torta. Um dia tranqüilo e bem leve, simples e feliz, sobretudo pela companhia.
E ontem, depois de um dia todo no diretório, entre reuniões sobre o modelo de currículo da UFPR com estudantes de outros períodos e discussões literárias sobre um dos meus livros preferidos (Ensaio sobre a cegueira, de José Saramago - e que tou louca pra ver o filme), amigos felizes não se intimidando com a chuva persistente, correndo pra ir ao cinema, ver um musical que arrancou mil risadas, inclusive de nós mesmos, porque há horas em que ouvir a risada descontrolada do outro já é motivo pra rir junto. E depois, apertados no carro e rodando por vários minutos procurando lugares que ninguém sabia direito onde ficavam (e que no fim não eram viáveis pelo tamanho das filas), parar num rodízio desconhecido com umas pizzas deliciosas e comer até quase ser expulso (mas considerando a hora em que a gente chegou, isso não demorou muito).
Arranjando fôlego pra mais uma semana tumultuada que já começa.
Domingo passado, eu e Aninha Luiza, depois de um almoço um tanto diferente feito por mim, saímos pra caminhar um pouco em direção ao museu, mas acabamos desistindo no meio do caminho, pra ficarmos deitadas no gramado do parque que fica ao lado, tomando um solzinho e lendo contos da Clarice Lispector, conversando sobre a vida, decompromissadamente. E depois ir ao Cine Luz, o último cinema não-shopping aqui de Curitiba, com ingressos a R$1 no domingo, pra ver um combo de animação francesa e documentário brasileiro, intercalados por uma ida à confeitaria mais tradicional do Centro para um empadão e um pedaço de torta. Um dia tranqüilo e bem leve, simples e feliz, sobretudo pela companhia.
E ontem, depois de um dia todo no diretório, entre reuniões sobre o modelo de currículo da UFPR com estudantes de outros períodos e discussões literárias sobre um dos meus livros preferidos (Ensaio sobre a cegueira, de José Saramago - e que tou louca pra ver o filme), amigos felizes não se intimidando com a chuva persistente, correndo pra ir ao cinema, ver um musical que arrancou mil risadas, inclusive de nós mesmos, porque há horas em que ouvir a risada descontrolada do outro já é motivo pra rir junto. E depois, apertados no carro e rodando por vários minutos procurando lugares que ninguém sabia direito onde ficavam (e que no fim não eram viáveis pelo tamanho das filas), parar num rodízio desconhecido com umas pizzas deliciosas e comer até quase ser expulso (mas considerando a hora em que a gente chegou, isso não demorou muito).
Arranjando fôlego pra mais uma semana tumultuada que já começa.
Dias felizes
Receber a Tory vinda de Sampa (depois de deixá-la esperando por uma hora e meia na rodoviária, sem querer); abandoná-la para ir na primeira aula de yoga, mas voltar pra ver "A vida dos outros" na Cinemateca. Depois, Aninha Luiza nos levando pra conhecer o Mafalda, um dos lugares mais aconchegantes de Curitiba, numa noite de macarrões e conversas de bar sobre a vida; sairmos todas juntas para assistir uma peça ("Não assim tão longe") no Guaíra no domingo de manhã e depois ir passear no Largo da Ordem; calor, lanche de feira, maracatu e donos de sebo nos expulsando. E agora, tarde de domingo de moleza e nerdices.
Leve, leve, leve.
Feliz.
Leve, leve, leve.
Feliz.
My sugar babes :*
Sábado à noite
Quando o Bonde das Impostora falava em ferver no James, eu achava que era só uma metáfora para a agitação do lugar, mas ontem - indo lá pela primeira vez, logo no dia mais pop de todos - eu descobri que é ferver no sentido de temperatura alta mesmo. Ô lugar quente, menina. E cheio. O calor humano em sua expressão máxima.
Há tempos que eu não ficava tão encharcada de suor, emprensada e cozinhando, morrendo de sede, mas dançando loucamente - e pisando no pé dos outros - com os hits dos verões passados. Oasis, New Order, Nirvana, Smashing Pumpkins: todo mundo rasgando a garganta pra cantar junto e se jogando com força quando tocou Spice Girls(!). Super fun.
Ah, e sem falar que é o lugar com menos héteros por m² que eu já estive.
ouvindo: Sexyback, Justin Timberlake.
Há tempos que eu não ficava tão encharcada de suor, emprensada e cozinhando, morrendo de sede, mas dançando loucamente - e pisando no pé dos outros - com os hits dos verões passados. Oasis, New Order, Nirvana, Smashing Pumpkins: todo mundo rasgando a garganta pra cantar junto e se jogando com força quando tocou Spice Girls(!). Super fun.
Ah, e sem falar que é o lugar com menos héteros por m² que eu já estive.
ouvindo: Sexyback, Justin Timberlake.
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