Curitiba em frases curtas

Estou Curitiba e, por isso, sem muito tempo de ficar escrevendo aqui, ou respondendo e-mails, ou recados etc. Contentem-se com notícias vagas ou raros encontros de msn.

Aqui a gente faz tudo andando, porque estou de hóspede num apartamento que fica bem no centro da cidade. E o mais inesperado de tudo foi ver um grupo de maracatu tocando no meio da rua, imagina só.

Fiz vestibular ontem e foi até bem tranqüilo, mas isso é bem relativo. Como sou franguinha, estou com medo de conferir o gabarito, que vai ser divulgado mais tarde.

Saí de um calor de quase 30°C direto pra uns 15°C (que nem mesmo o povo daqui esperava), quase sem roupas de frio. Ainda bem que Aninha tinha umas coisas para emprestar aqui. Viva as meias fio 80 e os casacos de lã. Mas agora o sol já saiu e a gente já usa umas camisetinhas marotas pela cidade.

Agora preguiça.
Mandem notícias, que eu leio (só demoro a responder).

PS.: Nunca tinha visto tanto chinês ao vivo, haha. Acho que metade da comunidade sino-brasileira mora aqui.

ouvindo: Un dernier verre (pour la route), Beirut.
lendo: Felicidade Clandestina, Clarice Lispector.

Dos dois dias de intervalo

Cheguei de João Pessoa há umas horas, não quero falar sobre desempenho de vestibular por enquanto. Nem peguei gabarito nem nada, então espero que eles publiquem as provas pra eu me situar. Ou não, e ficar na expectativa do resultado da 1ª fase.

Tenho milhares de coisas para fazer, mas prefiro ficar sem fazer nada por um tempo. Tá chovendo bem forte e eu estou indo dormir, mas amanhã? Dia comprido. Aula? Nem sei ainda. Tenho mesmo é que desarrumar a mala, colocar roupas para lavar, cuidar desse corte inflamado no dedo, passar na casa de Ju, falar com a mãe de Aninha, cortar o cabelo (só aparar as pontas ou aloprar no channel?), pintar de novo (continuar com o cabelo ruivo sensação que desbota ou voltar às origens que não dão trabalho?). E então arrumar mala de novo e fazer as unhas e esperar e ter dor de estômago e fazer vestibular de novo, dessa vez com mais vontade e mais agonia, muito possivelmente.

Aiai.

ouvindo: Lions, Jonquil.

Do dia de finados

Acabou que no fim das contas eu não viajei pra casa da minha avó e fiquei praticamente sozinha em casa durante 4 dias, por causa de umas trocentas aulas que inventaram de encaixar durante esses dias e foi incrível como os dias passaram tranqüilos, lentos, calada todo o tempo, exceto nos bons dias pra empregada, dormindo, jogando The Sims (os Benoît tiveram uma filhinha que não gosta de estudar, que decepção), tentando acertar a receita de bolo da moça, vendo filme e pensando no dia em que vou passar el día de muertos só de cara-caramba-cara-caraô numa super festa colorida no México, comendo calaveritas de azúcar.

ouvindo: Standing in the way of control, The Gossip.